quinta-feira, 16 de julho de 2009

The last day [parte 2]

Estava sentada no parque, ainda debaixo da mesma árvore, quando uma face familiar começou a se aproximar. Era aquele caminhar calmo e conhecido, aquele rosto pra lá de familiar, se aproximando da árvore cada vez mais, até se sentar ao meu lado e me jogar um pseudo sorriso. Consigo-o trouxe a calma.
- O que houve? –Ele perguntou olhando diretamente nos meus olhos. Não estava acostumada aquilo, e minha reação normal seria baixar meus olhos, mais lutei contra a vontade e continuei a encará-lo diretamente nos olhos. Ele sabia que habia algo errado.
Eu contei. Tudo. Não sabia se estava fazendo a coisa certa, mais se não fosse, eu simplesmente não ia precisar agüentar as conseqüências amanhã. Ele me ouviu. Palavra por palavra, melhor do que qualquer um poderia ter ouvido. Quando terminei, podia sentir algumas lágrimas rolarem perdidas pelas minhas bochechas em rumo a meu queixo. Ele resgatou as lágrimas, e ergueu meu queixo com seus dedos.
- E por que eu? Por que resolveu contar para mim? –Eu sabia a resposta. Na verdade, não havia só um motivo. Sabia que ele me ouviria, que ele entenderia. Mais também tinha aquele aperto no peito quando pensava que não o veria mais. De que era meu ultimo dia em que teria a chance de te-lo ao meu lado. O nó no estomago era mais forte quando o nome dele passava na minha mente. Não sabia como dizer isso pra ele, simplesmente me estiquei em sua direção, e o abracei.
- Não quero falar sobre isso agora... –Sussurrei no seu ouvido. Ele entendeu, e me afastou um pouco para que pudesse ver meu rosto de novo.
- O que pretende fazer no seu ultimo dia de terráquea? –Ele perguntou sorrindo.
Eu levantei e o puxei pela mão. Teríamos um longo dia pela frente...



~Olá! Bom, ai esta mais uma parte da história. Acredito eu que essa seja a minha segunda história em segunda pessoa do blog. Não curto muito escrever como se falasse de mim, na maioria das vezes, me sinto tentando viver uma falcidade (Uau, a garota vivendo de sonhos sumiu por um pouco). Realmente não sei se está bom. Sou péssima julgando meus próprios textos, por que eu sei o que quiz dizer, já vocês nem sempre :// Então, espero que gostem. Anda meio dificil escrever com a cabeça cheia, mais acho que ta saindo. Além do mais, essa história é a primeira que eu posto na louca, sem pedir pra ninguém ler antes, ou sem fazer várias modificações. Simplesmente me entregando aqui :x

Espero que gostem, e podem continuar dizendo o que fariam, por que toda ajuda é mais que bem vinda!

Lov U guys!

beeeeeijos :*

quarta-feira, 15 de julho de 2009

The last day


O sol ainda não havia aparecido, porém já não estava mais tão escuro. Era de madrugada, e não havia ninguém para me observar sentada no chão da sacada, olhando pro céu, esperando calmamente que a coloração rosa aparecesse lá no fundo. Meu coração já tinha parado de bater rápidamente, e o nó no meu estomago já havia se desfeito, um pouco. Já havia me conformado. Acho que depois de seis dias sabendo do futuro, sabe já que no sétimo tudo o que pode fazer é se conformar.
O tempo estava um pouco quente, com uma brisa leve quando o sol começou a colorir o céu. Jogava meu celular pra cima, uma mania antiga, tirando que agora sabia que não precisaria mais dele nem um dia sequer. Um número na lista de contatos praticamente brilhava, cada vez que o celular voltava pra minha mão, ignorei-o e entrei para tirar o pijama. Seria um dia longo.
Meus pais se surpreenderam ao me achar sentada na mesa da cozinha, as seis e meia da manhã, completamente vestida. O café da manhã estava na mesa.
- A onde você vai? -Meu pai perguntou, sentando-se ao meu lado na mesa.
- Ainda não sei. -Respondi empurrando um pouco de comida para minha mãe.
Me lembrei das cartas que estavam guardadas dentro de uma caixa em cima do criado mudo no meu quarto. Havia uma carta para cada uma das pessoas importantes pra mim: Meus pais, minha avó, meus melhores amigos e amigas. Cada carta dizendo o por que eram tão importantes pra mim, e dizendo o quanto os amava.
Meus pais sairam, e fui até a tv. Ainda era cedo pra fazer qualquer coisa sósinha, liguei a tv e me surpreendi ao achar antigos desenhos dos quais eu gostava passando. Mais tarde, sai sem almoçar, simplesmente peguei meu celular, minha carteira e Ipod e fui pro primeiro lugar que passasse na minha mente. Cheguei ao parque, dei uma volta e me sentei em baixo de uma grande árvore. Mais uma vez abri meu celular, e me deparei com o conhecido numero. Nunca havia discado-o, mais sabia que era uma boa oportunidade. Chamei sem pensar nas consequências. Já havia feito coisas piores sem pensar, e essa parecia ser uma boa chance de não pensar...


~Oka, admito que foi tenso escrever esse começo, principalmente pela situação que esta hoje. Não sei se ficou bom, mais acho que para a introdução eu disse tudo o que precisava e mais um pouco :)
muito obrigada a todos aqueles que mandaram sua contribuição, e quero dizer que todos foram muito proveitosos *-* amo vocês!
No próximo vem a continuação, mais ainda não sei quantas partes serão.
Beeeeijos :*

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O que você faria?

Olá meus lindooos leitores *-*
Bom, isso não é um post -fato mais apenas uma "pesquisa" sobre algo que eu quero muito ver se consigo escrever no próximo post.
Na verdade, eu queria que nos comentários vocês me dissessem o que fariam se tivessem no máximo mais uma semana pra viver?
Não precisa ficar contando com detalhes, uma simples listinha já é muito útil :)
Mas fiquem a vontade para contar como quiserem.
E por favor, se sintam mais que a vontade para comentar no post de baixo, já que esse aqui eu vou apagar quando escrever o próximo post ^^
Muito obrigado, e vamos ver se eu consigo escrever algo que eu considere mais que bom!
Boas férias meus xuxus!
BEEEEEEIJOS :*

domingo, 5 de julho de 2009

The dance

Imagine a vida como uma dança.
Os ritmos variam e conforme a idade chega, a batida vai ficando mais lenta.
Uma dança cheia de movimentos complexos e complicados, e nem sempre nos movimentamos da maneira certa.
Cada vez que nos deixamos arriscar, é como dançar apenas no ritmo da música, se deixando ir pra onde ela nos levar, já cada vez que agimos de acordo com o planejado deixamos o ritmo de lado, e dançamos exatamente como a batida.
Não podemos saber quantas vezes iremos cair, errar, nos esquecer... até que já tenha acontecido.
Algumas vezes a dançamos sózinhos, outras vezes acompanhados, em grupos... Não importa.
Cada pessoa tem seu ritmo, cada um com seu modo de dançar, cada um com seus movimentos peculiarmente próprios.
O conjunto de todas essas danças, todos esses ritmos, movimentos e erros de coreográfia que faz da vida o que ela é: Uma grande apresentação de dança.