segunda-feira, 18 de maio de 2009

All the smiles

Tem milhares de sorrisos entre a multidão. Tem aquele depois do primeiro encontro, o depois de rever alguém querido, o da lembrança de uma doce memória. O sorriso após primeiro beijo, após uma bela tarde, após uma pequena "guerra" com final feliz. O sorriso de se lembrar que chegará logo em casa, o provocado por uma boa música, pela lembrança de uma boa história, por uma boa ideia, por um plano bem sucedido. O sorriso da reconquista de um amor, do pensamento longe, do bom humor e até mesmo do frio. O sorriso do sol na cara, o conquistador, o tímido, o apaixonado e o brilhante. Cada sorriso diferente, pessoas diferentes, momentos diferentes, lugares diferentes, sentimentos/pensamentos diferentes.
Entre eles, consegue achar o meu?
- Sim, post mais caprichado :B Dedicado uma pessoa que assim, me faz sorrir de vez enquando *-* hihi. E que hoje me pos pra refletir sobre um sorriso na multidão. Queria agradecer a quem continua vindo aqui sempre (love U guys) e pedir pra que todo mundo que eu tava seguindo, ou que quer que eu siga, deixe o endereço do blog ae no coments, por que eu apaguei a lista dos meus favoritos sem querer :x e queria perguntar ae, cade os meus 42 seguidores hein? hihi
beeeijos :*

segunda-feira, 11 de maio de 2009

When everything change

-Quantos minutos? -Ela perguntou novamente, olhar fixo no quadro transparente a sua frente.
-Só mais dois minutos.
-Dois minutos pra mim sumir daqui? -Não tinha mais pra onde olhar. Até mesmo o quadro refletia a cena que se passava ao lado. As cabeças juntas, as cutucadas, além das risadas que já estavam enlouquecendo-a. E pensar que algumas semanas antes, era ela ali. Nem mesmo algumas semanas. A uma hora atrás era ela, olhando para olhos dele, sentido suas mãos envolvendo seus pulsos...
Os dois minutos se arrastaram, e pelo que pareciam séculos, ela esperou pra sair o mais rápido possível dali.
Correu pra fora, e ando nas ruas, segurando as lágrimas que já imploravam pra aparecer. "Não vou chorar por um idiota. Talvez eu nem quisesse ele mesmo..." Mais ela sabia que queria. Queria mais que tudo. Queria os momentos próximos eternizados, as besteiras, as expectativas... E em minutos ele tinha jogado tudo no lixo.
Andou depressa. Não queria pensar, queria ignorar a voz dele ecoando pela rua enquanto ele gritava com a outra, um pouco mais atrás. Quando era com ela, normalmente corava, abria um sorriso tímido, e saia correndo, agora só de pensar...
Mais ela ainda queria ele. Muito. Talvez mais do que ela imaginava. E ele não merecia... Não mesmo.

Desculpem a demora minha pra responder os coments, mais realmente não anda rolando, e de cabeça quente não da muito certo. Sei que o post não é dos melhores, principalmente por que acabei de escreve-lo na correria. Mais não importa. No próximo eu capricho.
Obrigado por virem sempre :*

domingo, 3 de maio de 2009

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"If I wrote you a love note and made you smile with every word I wrote, what would you do?"

sábado, 25 de abril de 2009

Princess' night-suit

Sentada na cama, com a cabeça encostada na janela, pensando em você, mais uma vez... Estou dentro desse pijama ridículo, aquele que eu sempre te disse que odiava, fazendo você rir, dizendo que eu ficava uma princesinha nele. A única coisa que me impedia de jogá-lo dentro da lata de lixo de uma vez por todas.
Me recordo das milhares de vezes que me convenceu a não fazer, ou fazer algo. Quando você me via sentada na sua frente, mexendo freneticamente o canudo do meu Milk-shake, você levantava, vinha sentar-se do meu lado, e quando eu contava o que estava na minha cabeça, você simplesmente me abraçava, e fazia algum comentário impróprio sobre alguma pessoa ao nosso redor. Quando você ia comigo até em casa, e eu achava que teria que voltar pra realidade, com as minhas preocupações, você me dava um beijo na testa, e me dizia que caminho seguir.
Lutei contra tudo o que me mantinha ali, e levantei. Peguei aquele casaco preto que você me deu no meu ultimo aniversário e coloquei por cima do pijama. Calcei um par de pantufas verdes, e sai correndo.

Alem do vento frio batendo no meu rosto, eu podia sentir o mundo desabando atrás de mim enquanto eu corria pelas ruas. Virei varias esquinas, corri por várias ruas, esbarrei em várias pessoas, até para em frente a um conhecido prédio. Empurrei a porta principal, que como sempre estava aberta, e entrei na primeira porta a esquerda, que assim como a outra estava destrancada.
Caminhei tomando cuidado pra não esbarrar em nada, nem fazer nenhum barulho, fui até a ultima porta do corredor, e empurrei a com delicadeza. Você estava ali, deitado na cama, com tudo espalhado em volta, como sempre. Fui até a ponta da cama, e engatinhei até estar do seu lado. Você acordou, e eu me esforcei pra dar o melhor sorriso que eu conseguia, que você retribuiu, sentando do meu lado, e fazendo sinal pra que eu escorregasse para o seu colo, o que eu fiz.
Com a cabeça enfiada no seu peito quente, escutando a sua respiração, sabia que tudo estava bem. Respirei fundo, e sussurrei as três palavras: “Eu te amo.”