terça-feira, 25 de agosto de 2009

The love war.

O amor sempre foi considerado o sentimento mais puro e forte por milhares de pessoas (pelo menos pra mim, e pra mais um monte de gente). Há vários textos falando sobre ele, sobre os seus efeitos colaterais, sobre as suas decepções, aventuras... De fato, milhares de pessoas tentam descrever tal sentimento, que até hoje, não foi completamente descrito.
O fato, é que nem todos esses "amores" que foram descritos, são reais amores. Cada pessoa tem um jeito de amar, um jeito de entender essa palavra, que na minha opinião, só tem um sentido.
Amar alguém, para mim, não é como a maioria das pessoas imagina. Que é aquele sentimento de querer aquela pessoa ao seu lado todos os minutos da sua vida, nem querer que ela seja exclusiva sua, nem sentir a depressão cair quando a pessoa esta longe... Pra mim, isso é uma coisa muito longe de amor. Pra mim isso é vicio, paixão.
Mais paixão não é a mesma coisa que amor? Não. Pelo menos não pra mim. Se apaixonar, é uma coisa que todo mundo já viveu, e na minha visão, é exatamente o que eu citei. Amar, é uma coisa bem mais complexa, que vai com certeza além das borboletas na barriga.
Quando se ama alguém, você não precisa dessa pessoa ao seu lado para ser feliz, o que você precisa é do sorriso no rosto dela, mesmo que ele não seja provocado com você. É ficar feliz quando a outra pessoa esta feliz, e ajuda-la a chegar lá. É ver o mundo colorido, e se sentir feliz só de saber que tal pessoa existe. O amor não bate a sua porta todos os dias e assim como a paixão, ele consegue conter o eu e se concentrar no ele.
Amar é você entregar a pessoa amada nas mãos de outra, se ela achar que aquilo a fará feliz.
~Apenas vontade de escrever sobre o amor, mais sem imaginação pra transformar isso numa história. Ainda to tentando escrever o livro, e provavelmente o próximo post vai ser um pedaço aleatório dele :)
Beijos meus amores.
Lov U guys <3

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

That's how I'm feeling inside...

Pode me chamar de covarde se quiser, pois é assim que venho me nomeando todas as noites quando pouso minha cabeça em meu travesseiro e deixo minha mente vagar solta por ai, sempre indo de fronte aos mesmos pensamentos.
Sim, mesmo com todas as palavras ditas, e as verdades escondidas em meio a elas, deves saber que não te contei tudo, assim como vens contando. Sinto me traidora, quando vejo que traio sua confiança guardando pra mim tão preciosos sentimentos, aqueles que não deveriam ser o problema ao serem pronunciados.
Já juntaste as peças do meu mirabolante quebra cabeça, e em pavor, te disse que montasse de novo. É como a criança cruel, mostrando o caminho, mais não querendo que chegues lá.
Mesmo com tudo isso, tenho ainda aquelas palavras que foram ditas e que reforço. Sabe que se guardo tais sensações é por medo, medo de te ver cair, medo da reação, medo daquilo que já disse que não deverias temer.
Mais ainda assim é especial, ocupa pensamentos e espaços. Ideias e diálogos. Toma os meus sorrisos mais sinceros e minha coragem. Sim, és importante para alguém, apesar de não saberes disso.

domingo, 19 de julho de 2009

The last day [Parte final]

Já havia começado a escurecer. Estávamos os dois deitados no jardim em frente a minha casa. Ele havia me obrigado a voltar antes que escurecesse, usando o argumento de que se eu não queria me preocupar com o amanhã, ele ainda queria acordar em algum lugar a onde ele soubesseo caminho de volta para casa.
Estávamos olhando as estrelas. Não havia nada de demais nisso, mais sabia que ele estava se contendo pra continuar com o silêncio, sabendo que eu não me incomodava de ter um pouco de tempo pra pensar nas coisas que aconteciam.
- No que esta pensando? –Ele perguntou me dando uma cutucada no obro.
- Em como dizer tchau...
- Achei que já tivesse cuidado disso. Sabe como é, escrevendo as cartas, das quais você já me disse um milhão de vezes pra mim não esquecer de entregar para cada um. –Ele disse sorrindo. Eu realmente havia dito mais de mil vezes pra ele fazer isso.
- Já cuidei. Mais ainda estou aqui... –Me virei olhando para o rosto dele. Ele havia virado para olhar meu rosto também.
- Não entendi.
- Não há uma carta pra você lá dentro. –Disse vendo o sorriso no rosto dele sumir. Isso me fazia sentir um tanto quanto culpada. –Não sabia como... Dizer tudo isso. Sentia que não podia simplesmente escrever, como fiz com todos os outros. Precisava fazer isso de verdade. –Ele agora olhava para as estrelas novamente.
- Esta tentando me dizer o do por que eu? Quer dizer... Hoje.
- É. –Suspirei esperando que ele se virasse para mim. Ele não virou. – Com você é diferente. Quando pensava que não iria mais te ver, como pensava que você ia reagir, não ficava apenas aquele nó no estomago. Ficava um vazio. Sinto que não tive tempo o suficiente pra fazer tudo àquilo que eu queria fazer, que não aproveitei meu tempo com você direito.
Ele ficou um pouco em silêncio. E pela primeira vez, senti que ele precisava ficar quieto. Me sentei, fingindo não reparar em como sua expressão mudava enquanto ele ia mudando de opnião. Até que ele parou. – O que faria, você sabe, senão tivesse nada a temer. Agora?
- Como um ultimo ato antes de partir? –Perguntei, estremecendo enquanto via ele encolher com a palavra partir, e concordar com a cabeça. –Não sei. O que você faria?
Ele suspirou enquanto se sentava, sem tirar os olhos dos meus. Ele abriu um sorriso, sabendo o quanto aquilo era importante. E antes que eu pudesse sussurrar um muito abrigada, ele se aproximou mais e encostou seus lábios nos meus.
- Sentirei sua falta. –Sussurrei enquanto ele desviava seus lábios para a minha testa. Ele ficou quieto por um tempo, e então me puxou mais para perto, num abraço.
- Também sentirei sua falta, como já sinto. Eu te amo.
- Eu também te amo. – Disse fechando os olhos, e sentindo o perfume dele descer quente pela minha garganta uma última vez enquanto ele sussurrava, agora parecendo ao longe: - O silêncio nunca mais vai parecer tão agradável sem você.


~ Olá ^^
Ae, então, o fim. Espero realmente que vocês curtam, por que a parte mais dificil de escrever foi o fim ._. me perguntaram esses dias o de por que ela estava no seu ultimo dia. Bom, isso fica pela conta da imaginação de cada um, o que importa é que é o ultimo dia :B Não sei se vou poder postar muita coisa com frequencia por que estou tentando escrever um livro :x (sim, as pessoas me convencem com facilidade). Mais já tenho o próximo post pronto!
Ainda estou de férias, como pelo jeito maioria das pessoas, por causa da gripe, então vou provavelmente me encarregar de responder todos os coments o mais rápido possivel.
Lov U guys

Beeeeijos :*

The last day [parte 3]

O levei até um pouco adiante da cidade. Sempre que passava por lá para ir viajar, um pensamento tomava conta da minha mente. Olhava para aqueles grandes campos verdes, onde além da grama só se podia ver o céu, e algumas vezes algumas altas árvores a uma longa distância. Lembro que me sentia invadida pela vontade de correr sem rumo por entre a grama, tendo apenas o sol como testemunha. O puxei pela mão por um grande trecho de grama, até que não pudéssemos mais ouvir o barulho dos carros que passavam apressadamente na rodovia não tão longe dali.
- Então é isso que tem em mente? –Ele perguntou com uma cara um pouco confusa enquanto me observava parada em meio ao nada, apenas olhando o horizonte. –Me seqüestrar por um dia, e me carregar pro meio do nada? –Concordei com a cabeça sorrindo.
Ele me examinou por um momento, como se buscasse algum sinal de insanidade. Apostava que se ele procurasse bem, acharia vários. E antes que seu olhar alcançasse meus olhos, ele veio em minha direção, e me jogou por cima do ombro, como um saco de batatas.
- Sabia que não podia confiar em você. Está completamente doida. Vou te levar pra casa. –Ele dizia enquanto corria mais para perto das árvores que estavam bem longe de nós, ignorando enquanto eu batia com os punhos nas suas costas.
Ele parou e me pôs no chão. –O que quer fazer aqui? No meio do nada, se me permite perguntar. Pensei. Não tinha perdido muito tempo imaginando o que faríamos ali. Simplesmente tinha pensado em algum lugar a onde eu sempre tive vontade de estar, e nunca tinha estado. Mais não tinha a mínima idéia do que fazer ali... – Que tal dançar? –Perguntei sorrindo.
Ele fez uma careta enquanto passava sua mão direita na minha cintura, e pegava a minha mão direita. – Onde esta a música?
Eu ri baixinho e comecei a cantar a primeira música que tinha vindo a minha mente. Ele revirou os olhos quando reconheceu a música.
- The All American Rejects não é exatamente uma música lenta. Você sabe disso, não? –Ele comentou enquanto eu cantarolava baixinho o refrão de “My Dirty Little Secret” numa versão um pouco mais lenta.
- Sabe que foi a primeira que passou na minha cabeça.
Ele riu, entendendo o que eu queria dizer. Ele tirou a mão da minha cintura, e deu uma rebolada no ritmo da minha cantoria. E quando sua mão voltou para seu lugar de origem, ele se aproximou do meu ouvido, e cantarolou baixinho, encerrando a música. – “I’ll keep you my dirty little secret... Who have to know.”


~ Olá. Pra quem não sabe, essa é a parte três de um big post que nasceu de uma conversa minha com uns amigos, sobre o fariamos se só tivessemos uma semana de vida. Também nasceu da ajuda que vocês deram com coments dizendo o que fariam. É um tanto quanto bizarro dizer que esse "começo do final" do post nasceu enquanto eu estava voltando do fim do mundo, e olhando (mais uma vez) para os campos verdes fazendo contraste com o azul do céu, ouvindo The All American Rejects (depois de algumas horas de MJ *-*) e pensando. Acho que vou voltar a postar com mais frequência, se vocês voltarem a comentar com mais frequência tbm :B HOAHSIOAHSOHS mais minha inspiração vem voltando aos poucos. O próximo pedaço, e último, já esta prontinho, só esperando a hora certa de vir :)

I lov U guys!

Beijos :*


Obs: A tradução da ultima frase, é algo parecido com: Vou te guardar meu segredinho sujo. Quem precisa saber...