sábado, 12 de maio de 2012
A cada nova badalada do relógio os caminhos se encontravam, colidiam, separavam, mudavam.
Tic-tac. Tic-tac. Tic-tac...
Já não sabia as horas exatas, quando os sonhos viraram pesadelos e as cores pastéis ficaram sombrias.
Tic-tac. Tic-tac. Tic-tac...
Me encontrava sozinha, sentada no canto da minha vida, não sabendo mais por quais caminhos correr.
Tic...
Tac!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
I'll write and never send
sábado, 5 de novembro de 2011
De volta a tempo
sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Poison
Claro que eu sabia o que eu estava fazendo, já havia feito antes. Mas como da ultima vez, eu acreditava que nada mudaria, que seria mais um momento, que ia passar. Como os outros passaram.
Mas não passou.
Não sei onde as coisas saíram do planejado. Na hora, logo depois, tudo parecia normal. Não doeu, e devia ter doido. Ainda não dói, apesar de algo em mim me dizer que deveria doer. Mas a maldita saudades, que não deveria estar aqui em mim, ah não, essa esta aqui, batucando na minha cabeça a cada tique-taquear do relógio.
Foi a conversa, é a minha melhor desculpa. Tocar no meu ponto fraco, assim, sem querer, fez com que você virasse ele. E eu na hora, não notei, e deixei você brincar com a ferida, o que tem demais, um pouco de realidade no sonho não faz mal a ninguém.
Mentira, foi o abraço. Minha outra ferida. Eu precisava, e eu peguei. Admito, na hora sabia exatamente o que eu estava fazendo. Abraçando um completo desconhecido, dizendo que era isso que ele teria. Era o que eu queria, o que eu precisava. Saciar a minha vontade. Criei um monstro, mais um.
Ou foi tudo isso, junto com o seu nariz roçando na minha bochecha e aquela sua camisa pólo de “menino correto”. Com certeza, foi tudo isso.
Mas ninguém tinha me avisado o que eu estava provando quando te dei o primeiro beijo, nem o quão grande seria minha abstinência quando eu ri e desconversei. Quando eu com um ultimo beijo, larguei.
*Não achei nenhuma foto que fizesse juz a minha lembrança, nem a nada. Assim como as palavras parecem chulas perto do que eu sinto.
sábado, 27 de novembro de 2010
O que tinhamos aqui
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
tempo de queda...
sábado, 30 de outubro de 2010
I always win in the end
Metade do tempo ela escutava as mesmas palavras das pessoas todas as vezes em que não conseguia ver nada por entre seus olhos cheios de lágrimas. Sempre as mesmas palavras, que junto com a visão embaçada, entravam por um ouvido e saiam pelo outro, só dando um pequeno aceno. Sabia que todas aquelas coisas eram a coisa certa a se fazer, mas não era o que ela queria. Era exatamente do que ela tinha medo, e muito. Não fez.segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Reflexo

quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Little heart storm
Entro correndo no carro, dou a partida e vou embora. Não olho para sinaleiros, não me lembro de ter pego o celular, muito menos a carteira de motorista. segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Leave true love
O encaixe perfeito, não é isso que todo mundo procura?quinta-feira, 2 de setembro de 2010
About the time of love
Segundos. Esse foi o tempo necessário pra mim perceber que não era mais isso que eu queria, que os sentimentos haviam se misturado com os sonhos, e que eu havia me alienado diante dos meus sonhos, que já nem eram mais tanto o que eu queria.sexta-feira, 30 de julho de 2010
I can't see the end
Fé de criança nas mãos de adultos, conheçe? A garota que acreditou em você, novamente, novamente, novamente, se viu novamente com uma mentira em meio a suas mãos. Mentira vinda daquela pessoa que ela desde o primeiro momento achou que seria a salvação, o melhor, o diferente. Você só se tornou pior.
E o pior de tudo, sim, o pior de tudo, é saber o motivo do mar dentro de mim continuar ali, sem demonstrar nenhuma vontade de escapar. Isso porque, fé de criança, sabe como é: ainda acredito que tem salvação!
~ é, faz tempo que eu parei de escrever, mais tempo ainda que eu não escrevo nada maior que uma palavra. Ta ai, um texto ruim, escrito diretamente em uma caixa de texto marrom, ao som de um coração quebrado e risadas de desespero. Hope not to dream today.
terça-feira, 27 de abril de 2010
All she has

Mais eis que ele estava ali. Mais fundo do que qualquer um havia estado. Mais compenetrado do que ela poderia ter arriscado. E agora ela via o quanto aquilo podia lhe fazer tremer.
As coisas eram diferentes ali no meio. Não sorria todos os dias, e as vezes, quase sempre, sentia o aperto no peito de ter exposto mais do que deveria. Mais nenhum dos seus temores se fez concreto. Ele aceitava, ouvia e as vezes até mesmo sorria diante de tamanhas complicações em frente a tão pequenos obstáculos. Ele sabia dos seus maiores segredos, que ali em meio a eles, pareciam apenas acontecimentos bobos sussurrados aos risos. Se sentia criança ao lado dele, contando tudo o que lhe vinha a mente, sem medir palavras ou se quer pensar duas vezes.
sábado, 24 de abril de 2010
Smile thing

quinta-feira, 8 de abril de 2010
Cold
Abri a porta devagar, na ponta dos pés, tentando não fazer barulho. As luzes todas apagadas, tudo em silêncio. O único barulho vinha da lenha estalando na lareira acesa na sala, da qual eu apenas podia ver o fraco brilho que ela emanava nos outros quartos.
Tirei os tênis, e deslizei silenciosamente só de meia até a sala. No sofá virado de frente para a lareira, podia ver a sombra de alguém. Provavelmente dormindo, como sempre, com o notebook em cima das pernas, vencido pela cansaço. Deslizei até ele, empurrei o notebook pra fora do seu colo e ali me aninhei.
Eram assim, todos os finais do dia. Em algum lugar.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Make all this happy again
Eis que me verá feliz, como nos tempos de antigamente.
~Obrigado a todos que me fazem feliz, todos os dias.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Carência.
Eram aquelas malditas músicas que na televisão não paravam de tocar. Que me traziam na memória lembranças, das quais eu reclamei por semanas, e ainda reclamo de vez enquanto por ter adquirido. Me lembro bem a sua cara quando disse que odiava as músicas que você ouvia, e a careta que fez quando me chamou de roqueira, ainda rio disso. Mais hoje, com seu nome rodando na minha cabeça, as lembranças tomando gosto, chamo isso por um nome estranho, do qual não gosto muito.
sábado, 6 de março de 2010
With or without
Ela conseguia viver sem ele. sábado, 27 de fevereiro de 2010
The problem of...
E quando você encontrar a pessoa que consiga te ler, todas as linhas, sem maiores problemas... Ela simplesmente estará ocupada tentando ler outras mentes.